Grupo Delírio - Edson Bueno
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Abertura

Um espírito inquieto e uma paixão pela palavra sempre fizeram do teatro de Edson Bueno uma referência para espetáculos que foram buscar, principalmente, na literatura sua matéria prima. Apaixonado por cinema e histórias em quadrinhos, antes de iniciar sua história nos palcos paranaenses e brasileiros, ele alimentou sua alma com o melhor das palavras e das imagens.

 

Daí nasceram seus primeiros espetáculos e que determinaram uma carreira vigorosa e empolgante: “Um Rato Em Família” e “New York Por Will Eisner”, os dois adaptados de HQs importantes. Mas, com seu Grupo Delírio Cia. de Teatro, fundado em 1984, ele somou pesquisa sobre pesquisa, na busca de um teatro de formas originais e conteúdos necessários; além de uma busca incansável pelo teatro que tem no centro o trabalho do ator. Seu caminho, desde 1982 quando entrou para o Curso Permanente de Teatro, do Teatro Guaíra, até hoje, é uma aventura encantada pelos grandes autores, pelos espetáculos comprometidos com grandes ideias, pelos prêmios que atestam sua paixão por tudo que tem a ver com o fazer teatral: produção, dramaturgia, direção e interpretação.

 

 

Foram 17 troféus Gralha Azul em todas estas categorias, num caminho traçado com critério, arte e paixão absoluta! Apesar de nunca ter trabalhado com Peter Brook, nunca escondeu sua determinação em fazer da teoria do grande diretor, inspiração para uma forma muito pessoal de conduzir espetáculos e atores: é da alma e do espírito quente dos atores que nasce um bom espetáculo de teatro. Tudo começa pelo corpo e a matéria prima da cena é o suor e o sangue.

Inquieto e ativo, Edson Bueno ainda escreveu roteiros para dois filmes, “O Fim do Ciúme” e “Paisagem de Meninos”, com os quais recebeu o troféu Kikito em Gramado como roteirista. Viajou pelo mundo da ópera e da dança, tendo feito em parceria com o coreógrafo paulista Luiz Fernando Bongiovanni, espetáculos para ao Ballet da Cidade de São Paulo (Giselle) e para o Centro Cultural Teatro Guaíra (Romeu & Julieta e Carmem). Não esconde seus autores preferidos: Nelson Rodrigues, Franz Kafka, Charles Bukowski, William Shakespeare, Edgar Allan Poe, Machado de Assis e Clarice Lispector, e neles buscou inspiração para grandes adaptações.

 

Seus textos originais buscam estabelecer com a plateia um diálogo franco sobre temas que buscam romper preconceitos, abrir portas para novas formas de ver o mundo e, principalmente, instigar mudanças de paradigmas. Edson Bueno continua, 35 anos depois de criar seu Grupo Delírio Cia. de Teatro, ativo e militante na busca de novas pesquisas teatrais e grandes ideias que instiguem atores a participar de espetáculos onde corpo e alma são a essência do bom teatro.

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